quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007

CONHECENDO O TARGET: SEGMENTAR É PRECISO.

O momento atual, fruto da evolução natural dos mercados, tem gerado públicos cada vez mais específicos, que são consolidados tanto pelas classificações de seus perfis sócio-demográficos quanto dos perfis psicográficos, percebidos também pela atratividade peculiar por determinados temas, “tribos”, ou mesmo produtos.
Além do que, esta mesma evolução natural dos mercados, tem produzido a fluidez nas verbas publicitárias, que hoje experimentam uma pulverização cada vez maior na divisão dos investimentos em comunicação (fato mensurado nas aberturas dos “braços promocionais” das agências de propaganda para a retenção da verba total dos clientes). Tal postura acarretou uma dificuldade que tem inquietado até os mais experientes profissionais de comunicação: a fragmentação da mídia.
O que vemos na verdade, é o surgimento de novas oportunidades de comunicação, mediadas por veículos convencionais ou não. Por si só, isso já é o suficiente para a confirmação de que o planejamento da mídia não pode ser feito de qualquer forma. Foi-se o tempo da “Mídia da Mãe”[1]. Hoje, não é novidade que a função primordial dos profissionais de mídia é a de propor caminhos para a mensagem publicitária chegue de forma eficaz ao target do produto ou serviço, por isso, o desafio se delineia quando o planejador tem que estar atento não apenas às negociações ou aos índices que configuram a rentabilidade no investimento da verba, mas também, na clara percepção de quem é este público, onde ele está e o que ele consome de mídia.
[1] O planejamento que, de tão óbvio, até a sua mãe poderia fazer.

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